Dicas para acabar com a enxaqueca

Boa noite leitores,

Enxaqueca é aquele dor de cabeça intensa que constitui um problema de saúde pública no Brasil e no mundo. Você sofre com ela? Já conseguiu identificar o que causa ou piora a dor? Sabia que existem alguns alimentos que podem afetar positiva e negativamente a ocorrência da enxaqueca?!

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a prevalência da enxaqueca no Brasil se dá em 15% da população, ela é tida como uma doença neuro vascular, caracterizada por crises repetidas de dor de cabeça usualmente unilateral e pulsátil que tende a piorar com atividade física e exposição à luz e sons, podendo durar até 72h.

Fatores como estresse, alta ingestão de álcool, mudanças climáticas, odores fortes, predisposição familiar, menstruação, uso de anticoncepcionais, imunidade baixa, doenças como Obesidade e Diabetes, mudanças hormonais, atividade física intensa, falta de sono, desidratação e uma alimentação desequilibrada, são os principais desencadeantes da enxaqueca.

Além do fato do jejum ser prejudicial, alguns alimentos específicos podem ser os responsáveis em estimular as crises de enxaqueca, identifique o seu e evite-o. Seguem os exemplos mais comuns: bebidas alcoólicas, chocolate, leite e derivados, alimentos com nitritos e nitratos (produtos embutidos e curados), bebidas com cafeína (café, chá preto, refrigerante, energéticos), frituras (alimentos imersos em óleo), açúcar refinado, adoçantes artificiais (aspartame), frutas cítricas (laranja, limão, abacaxi), alho e cebola e alimentos com glutamato monossódico (shoyo, ajinomoto).

Agora vamos aos alimentos que podem nos auxiliar na prevenção das crises de enxaqueca, coloque no seu cotidiano: peixes, azeite extra virgem, castanhas, linhaça e chia (ômega 3 – antiinflamatório), frutas e legumes (antioxidantes), cereais integrais (aveia), leguminosas, alimentos ricos em vitamina B2 (riboflavina – vegetais folhosos verde escuros, semente de girassol, ervilha e soja), magnésio (aveia, gergelim, amendoim, grão de bico) e cafeína (doses moderadas em alguns casos).

Espero que tenham gostado e aprendido mais, compartilhe essa matéria com alguém que sofra com a enxaqueca.

Até semana que vem!

Fonte: OLIVEIRA, Margarida. Fatores alimentares e nutricionais aplicados na fisiopatologia da enxaqueca. Universidade do Porto, Porto, 2008/ STEFANE, Thais et al . Influência de tratamentos para enxaqueca na qualidade de vida: revisão integrativa de literatura.Rev. bras. enferm.,  Brasília ,  v. 65, n. 2, p. 353-360,  Apr.  2012/ LOPES, Marina Nunes.A Influência da alimentação em crise de Enxaqueca: um estudo de
revisão. Universidade Católica de Brasília, Brasília, 2015/ PAVÃO, T. P.; BENEDETTI, F. J. Fatores alimentares e migrânea. Nutrire: rev. Soc. Bras. Alim. Nutr.= J. Brazilian Soc. Food Nutr., São Paulo, SP, v. 39, n. 1, p. 166-178, abr. 2014.

 

 

 

 

 

 

 

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