Comida saudável não é cara

Boa noite leitores,

Sabiam que a desculpa de muita gente ainda não ter aderido à uma vida saudável, é por acreditar que comida saudável é cara?! Você é desse time, você acha que pra ter uma vida saudável é preciso comprar alimentos caros? Hoje, vamos conversar um pouco sobre isso, e vou te mostrar que comida saudável não é cara.

Comida saudável que estou falando não é mussarela de búfala, nozes, alcachofra, aspargos, cogumelos, quinoa, salmão, tofu, linhaça, framboesa, e muito menos óleo de coco, pão sem glúten, leite sem lactose, spirulina, xilitol, kombucha, levedura nutricional…Comida saudável que estou falando é arroz integral, feijão, mandioca, couve, banana, limão, aveia, manga, repolho, tomate, pimentão, batata, cebola, melancia, berinjela, lentilha, alho, cenoura, abóbora, abacate, uva, mamão, espinafre…

Não estou falando que os alimentos mais caros (nozes, cogumelos, quinoa, linhaça) não possuem propriedades nutricionais e que não devem ser consumidos, o que quero passar pra vocês é que uma alimentação saudável não se baseia nestes tipos de alimentos. Se você tem condições de comprá-los, ótimo, mas se não, tudo certo também, você não ficará com nenhuma deficiência nutricional por conta disso.

Há muitas informações sobre alimentação e saúde, mas poucas são de fontes confiáveis, principalmente na internet, fique atento. É comprovado que as mídias induzem modismos e levam à depreciação de práticas alimentares tradicionais, mas acontece pois eles ganham com isso, através de muita propaganda e promoções, enquanto os alimentos in natura ou os minimamente processados (leia mais sobre isso) estão sendo “esquecidos”.

O mais importante para se ter uma alimentação saudável, variada e sem gastar muito é conhecer e comprar os alimentos que estão em época de safra, ou seja, período em que a colheita de determinadas frutas e hortaliças está maior e assim seu valor comercial cai, a famosa frase da “oferta e procura”. E ainda sempre que possível, fazer compras em feiras ou diretamente com os produtores, para além de incentivá-los, pagar valores bem menores do que em supermercados, por exemplo.

E aí, mudou de ideia? Consegui te convencer de que uma alimentação saudável não é cara?! Se ainda não, experimenta e depois me conta o que achou, combinado?!

Até semana que vem!

Fonte: Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia alimentar para a população brasileira / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – 2. ed., Brasília : Ministério da Saúde, 2014.


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