Vamos falar do hibisco?!

Boa noite leitores,

A fama do hibisco começou faz pouco tempo e nada mais justo do que falarmos sobre ele por aqui, né?! Gosto muito quando “descobrem” alimentos novos, pois ao contrário daqueles que passam por 5 minutos nos holofotes, estes persistem e estão sempre contribuindo com a nossa saúde.

De acordo com um estudo da Faculdade de Portsmouth da Inglaterra, o hibisco comestível (diferente daquela flor que vemos em muitos jardins por aí), Hibiscus Sabdariffa, é uma importante planta medicinal, originária da Índia, do Sudão e da Malásia, tradicionalmente usada como diurético; em tratamento de desordens gastrointestinais; infecções hepáticas; febre e hipertensão. Além disso, o estudo demonstrou outros vários benefícios como antibacteriano, antioxidante, anticâncer entre outros.

Os cálices (a flor que passa por um processo de secagem para comercialização) do hibisco, durante muito tempo, foram utilizados na medicina popular para
tratar hipertensão arterial, ganhando grande aceitação como participação no tratamento de muitas doenças, inclusive da obesidade. Além disso, comprovaram o consumo do hibisco auxiliando na diminuição dos níveis de colesterol e triglicérides e de pedra nos rins, assim como para tratar efeitos da embriaguez, acreditam?! (isso pra mim também foi novidade) A vantagem mais comentada, que deu fama ao hibisco é pelo fato dele promover o aceleramento do metabolismo e com isso auxiliar na queima de gordura.

O chá obtido a partir do cálice da flor contêm vitaminas e minerais como cálcio, magnésio, ferro e vitaminas A, B e C, além de quantidade significativa de fibras alimentares. O chá também possui altos níveis de antioxidantes, como as antocianinas, responsáveis pela coloração vinho do hibisco e de vários outros alimentos. Devida a alta atividade antioxidante que o chá de hibisco possui, ele tem um papel importante na inibição de risco de doenças cardiovasculares (como já citei em cima) e também auxilia no estresse oxidativo, que esta relacionado com o envelhecimento e as doenças crônico-degenerativas (Diabetes, Osteoporose, Reumatismo, Artrite, Doenças Respiratórias, Esclerose Múltipla, Mal de Alzheimer, etc).

E para finalizar, é sempre importante falar que quando um novo alimento funcional é citado, não devemos nos empanturrar dele porque os benefícios são serão multiplicados. O recomendado é incluí-lo no cotidiano e sempre lembrar da variedade dos alimentos, do prato colorido, afinal, existem diversos alimentos funcionais.

Espero que tenham gostado! Aproveitem e se inscrevam para o meu Workshop (clique aqui), que o Hibisco já confirmou presença.

Beijos!!!

Fonte: ALI, B. H. et al. Phytochemical, pharmacological and toxicological aspects of Hibiscus sabdariffa L.: a review. Phytotheraphy Research, v.19, p.369-375, 2005. Disponível em: . Acesso em: 12 mai. 2015.


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